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riscos_e_rabiscos

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Acordei assim...

... a sentir-me determinada. Com uma "coisa cá dentro" que parece que me está a dar Esperança e alento, a dar-me força. Não sei explicar. Parece que há uma micro luz ao fundo do túnel.

De há dois dias para cá, as coisas têm sido bem complicadas. São rasteiras atras de rasteiras pregadas pela vida. Sei que não as mereço e que a minha mãe tmabém não e também considero que o fardo que carrego já tem peso grande demais para o que consigo suportar.

Acho que já merecia uma alegria, um motivo para sorrir. Que esta escuridão que assmbra a minha vida desaparecesse para dar lugar ao mais belo dos arco-iris.

Embora esteja tudo contra mim, que nada me corra bem e quem nem um só pedido ou vontade meu seja atendido, decidi que eu vou ser ainda mais teimosa. Que ainda vou remar com mais força contra esta corrente que teima (oh se teima!!!) em me mandar abaixo.

Por isso, fica aqui já registado que não vou abandonar os meus sonhos e que seja de que maneira for, os vou concretizar, especialmente "aquele".

Vida, vê se te acalmas um pouco porque já tive a minha conta de coisas más.

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Freud, explica-me!

 

Sonhei com uma flor esta noite. Recordo-me da imagem da flor mas não sei o nome. Estava num vaso. Era grande, em tons rosa e violeta e com belas folhas viçosas. Um belo espécime de flora a transbordar de vida.

 

Sei que fui com alguém buscar a flor não sei onde. A uma casa que não sei identificar. A intenção era levá-la para a minha casa.

Ia a conversar com a tal pessoa que me acompanhava, quando o vaso me escorregou das mãos. O vaso despedaçou-se no chão, a flor desmembrou-se, tendo danificado flor e folhas. Lembro-me de ter ficado atrapalhada e estática sem saber o que fazer, ao mesmo tempo que o meu coração se apertou por ter sido a causadora do estrago de tão bela flor.

O sonho termina com a tal pessoa a dizer-me que agora tinha de ser ter muito cuidado com a planta para ver se ela conseguia sobreviver. E lembro-me de ter pensado para comigo própria, com preocupação, que teria de ir todos os dias verificar o estado da planta à minha casa.

 

A cena repetiu-se hoje, de novo. Não estou a gostar nada disto porque me perturba imenso. E gostaria de saber por que me estão a aparecer aos meus pés…

Tinha acabado de sair do colégio e vinha a descer a rua quando me deparo com mais um animal morto. Era um ratinho peludinho e bonito. Fez-me lembrar um hamster. Parecia um dos personagens da Beatrix Potter. Mais um nó na garganta, mais olhos inundados de lágrimas. E o suficiente para me deixar a pensar.

 

Será que isto são sinais de alguma coisa? Que interpretação posso fazer daqui? Serão coincidências ou indicadores de algo? Senhor Freud, se por acaso passar pelo meu blog e ler este post, faça-me um favor… interprete-me lá isto tudo!

Com mais umas confusões na cabeça, resisto.